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O arcebispo de Palmas – TO fala-nos desse desafio pastoral diante da cultura urbana, a cultura do celular, a cultura da internet, da televisão. Afirma-nos que essa cultura é muito individualista, produz muito relativismo: “criar comunidade hoje não é tarefa fácil”, enfatiza. Dom Pedro Brito indica-nos como saída “dar uma dimensão missionária”, dizendo-nos que é preciso insistir que “a nossa Igreja é uma Igreja missionária”

Raimundo de Lima – Cidade do Vaticano

Amigo ouvinte, o quadro “Nova Evangelização e Concílio Vaticano II” traz estes dias a participação do arcebispo de Palmas, Dom Pedro Brito Guimarães, desde dezembro de 2010 à frente desta Igreja particular do estado do Tocantins.

É preciso insistir que “a nossa Igreja é uma Igreja missionária”

Na edição de hoje nosso convidado continua suas ponderações sobre o desafio pastoral de evangelizar o mundo urbano. Tendo presente as diretrizes da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, Dom Pedro Brito lança-nos um olhar para a visão da paróquia como comunidade de comunidades, falando-nos das dificuldades, hoje, de se formar comunidades, do esvaziamento do interior, com as pessoas migrando para centros maiores.

Fala-nos desse desafio pastoral diante da cultura urbana, a cultura do celular, a cultura da internet, da televisão. Afirma-nos que essa cultura é muito individualista, produz muito o relativismo: “criar comunidade hoje não é tarefa fácil”, enfatiza.

Lembrando que este 2019 é o Ano missionário na Arquidiocese de Palmas, destaca o retiro para os missionários paroquiais – realizado nos dias 26, 27 e 28 de julho – e a inciativa de realizar este ano em todas as paróquias uma semana missionária. Nosso entrevistado inicia suas considerações falando-nos sobre essa visão da paróquia como comunidade de comunidades. Vamos ouvir (ouça na íntegra clicando acima)

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